Mãe natureza, tu que prevaleces
Prodigiosa no mundo daqui
Rogo que escute atenta as preces
Sofridas e pobres lá do Haiti
Todo planeta está em lamúria
Entristecida por causa das pobres
Almas que viram sua ávida fúria
Que não distingue humildes ou nobres
Tem piedade mãe, dos mais carentes,
Que quase não te maltratam, clemência!
Porquanto são eles os mais doentes
Tem piedade mãe, dos abastados,
Que ousam bastante da tua paciência
Quando descumprem os sábios tratados
ALBATROZ
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
INSPIRAÇÃO DIVINAL
Olhos misteriosos de pantera
Minha iluminação viva e voraz
No florescer das letras tu imperas
Inconteste no reino dos mortais
Meu escrever heroico tem destino
Que pensamento fértil e potente
Teu olhar é vibrante e libertino
Transforma a arte lírica latente
Minha escrita lúdica e marcante
Fruto de tua beleza tão fantástica
Esplendorosa musa, diva amante
Esse sublime louco amor platônico
Fez de mim descobrir coisa temática
A mágica do verso mais harmônico
ALBATROZ
Minha iluminação viva e voraz
No florescer das letras tu imperas
Inconteste no reino dos mortais
Meu escrever heroico tem destino
Que pensamento fértil e potente
Teu olhar é vibrante e libertino
Transforma a arte lírica latente
Minha escrita lúdica e marcante
Fruto de tua beleza tão fantástica
Esplendorosa musa, diva amante
Esse sublime louco amor platônico
Fez de mim descobrir coisa temática
A mágica do verso mais harmônico
ALBATROZ
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
UTOPIA PURISTA
Minha língua cheia de pormenores
Em estreitos livros, eu te devoro
Quanta beleza há nos seus arredores
Aliterar é algo que adoro
Idioma rico, filho do latim
Sua mística é bem sedutora
Visão quente e envolvimento sem fim
Existe língua tão encantadora?
Preservar você é minha batalha
Guerra árdua, a poesia é minha arma
Preservemos a língua tropicália
Há muitos anos clamam os artistas
Resistência! A poesia alarma
Faço parte do time dos puristas
ALBATROZ
Em estreitos livros, eu te devoro
Quanta beleza há nos seus arredores
Aliterar é algo que adoro
Idioma rico, filho do latim
Sua mística é bem sedutora
Visão quente e envolvimento sem fim
Existe língua tão encantadora?
Preservar você é minha batalha
Guerra árdua, a poesia é minha arma
Preservemos a língua tropicália
Há muitos anos clamam os artistas
Resistência! A poesia alarma
Faço parte do time dos puristas
ALBATROZ
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
MUSA DO MAR
Desse oceano atlântico te vejo
Bela, bonita e banhada em brilho
Musa portentosa, doce cortejo
Por ti viraria um andarilho
Andar nessas areias escaldantes
Imaginando você, que esplendor!
Minha alma é como dos navegantes
O mar é meu lar, oh, lugar inspirador!
Suas mãos tão brancas da cor do jasmin
Beleza rara, difícil resistir
É a mais linda flor do meu jardim
Você é a musa do meu universo
Seu amor de mim, jamais irá fugir
E, eternamente, habitará meu verso...
ALBATROZ
Bela, bonita e banhada em brilho
Musa portentosa, doce cortejo
Por ti viraria um andarilho
Andar nessas areias escaldantes
Imaginando você, que esplendor!
Minha alma é como dos navegantes
O mar é meu lar, oh, lugar inspirador!
Suas mãos tão brancas da cor do jasmin
Beleza rara, difícil resistir
É a mais linda flor do meu jardim
Você é a musa do meu universo
Seu amor de mim, jamais irá fugir
E, eternamente, habitará meu verso...
ALBATROZ
sábado, 2 de janeiro de 2010
DIVINOS ASTROS
Os teus olhos têm a mística do mar
Às vezes, verdes, às vezes azuis
São olhos que fazem a gente pensar
E têm a cor dos olhos de Jesus
São olhos que trazem a cor da esperança
O azul do nosso céu, o verde de nossas matas
Dois lindos astros que de vê-los não há quem se cansa
São estrelas que rebrilham nas cascatas
Olhos que nasceram para o amor
Fárois que iluminam o meu caminho
Olhos divinos de divina cor
Teus olhos têm a mística do mar
São astros que nasceram tão juntinhos
E me fazem ver, querer e sonhar
ALBATROZ
Às vezes, verdes, às vezes azuis
São olhos que fazem a gente pensar
E têm a cor dos olhos de Jesus
São olhos que trazem a cor da esperança
O azul do nosso céu, o verde de nossas matas
Dois lindos astros que de vê-los não há quem se cansa
São estrelas que rebrilham nas cascatas
Olhos que nasceram para o amor
Fárois que iluminam o meu caminho
Olhos divinos de divina cor
Teus olhos têm a mística do mar
São astros que nasceram tão juntinhos
E me fazem ver, querer e sonhar
ALBATROZ
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
OS ERROS MORTAIS
Sentimento amargo de não possuir algo, um erro mortal
Um atraso de vida, um verdadeiro e triste desperdício
Caridade é necessária, a sociedade sempre será desigual
Feliz será o dia que a humanidade perder esse vício
Tomar-se por esse feroz pecado pode ser muito perigoso
O rancor corrói o íntimo de nossa pobre e indefesa alma
Paciência é uma virtude, o caminho oposto é bem doloroso
Resistir a influências externas é o modo de manter a calma
Falta temerária que é a maior vilã do progresso
Que nos faz permanecer em uma tediosa inércia
O esforço e a vontade é o passaporte para o sucesso
Sem trabalho e estudo a sociedade se tornará néscia
Desvirtuação maligna, a menina dos olhos do capitalismo
Tolo apego a um simples pedaço de papel sujo muito disputado
Despreender-se materialmente é um dos pilares do Cristianismo
A odiosa e vã mesquinharia sempre estará do lado errado
Impulso nefasto que nos leva a uma mortal comilança
Descontrole de espírito, razão de um singular arrependimento
Viver com moderação é preciso. Busquemos a temperança!
Pensar que o demais nunca é o bastante é um sofrimento
O equívoco mais difícil de resistir. Funesta tentação
Nossa carne é muito fraca para respeitar a moral
Ser casto é abster-se da mais prazerosa sensação
Infeliz daquele que se submete à volúpia sensual
A maçã do éden das artes, grande inimiga da poesia
Lúcifer sorri quando vê algum mortal ser admirado
A modéstia é o remédio para uma alma terrena vazia
Jesus veio a terra para mostrar quem deve ser venerado
Ao viver nessa estranha, ilusória e transitória passagem
Os terríveis erros mortais me acenam de forma bem contumaz
Hamartia satânica! Quero estar longe de ti nessa viagem
Livra-me Pai desses terríveis e tentadores pecados capitais
ALBATROZ
Um atraso de vida, um verdadeiro e triste desperdício
Caridade é necessária, a sociedade sempre será desigual
Feliz será o dia que a humanidade perder esse vício
Tomar-se por esse feroz pecado pode ser muito perigoso
O rancor corrói o íntimo de nossa pobre e indefesa alma
Paciência é uma virtude, o caminho oposto é bem doloroso
Resistir a influências externas é o modo de manter a calma
Falta temerária que é a maior vilã do progresso
Que nos faz permanecer em uma tediosa inércia
O esforço e a vontade é o passaporte para o sucesso
Sem trabalho e estudo a sociedade se tornará néscia
Desvirtuação maligna, a menina dos olhos do capitalismo
Tolo apego a um simples pedaço de papel sujo muito disputado
Despreender-se materialmente é um dos pilares do Cristianismo
A odiosa e vã mesquinharia sempre estará do lado errado
Impulso nefasto que nos leva a uma mortal comilança
Descontrole de espírito, razão de um singular arrependimento
Viver com moderação é preciso. Busquemos a temperança!
Pensar que o demais nunca é o bastante é um sofrimento
O equívoco mais difícil de resistir. Funesta tentação
Nossa carne é muito fraca para respeitar a moral
Ser casto é abster-se da mais prazerosa sensação
Infeliz daquele que se submete à volúpia sensual
A maçã do éden das artes, grande inimiga da poesia
Lúcifer sorri quando vê algum mortal ser admirado
A modéstia é o remédio para uma alma terrena vazia
Jesus veio a terra para mostrar quem deve ser venerado
Ao viver nessa estranha, ilusória e transitória passagem
Os terríveis erros mortais me acenam de forma bem contumaz
Hamartia satânica! Quero estar longe de ti nessa viagem
Livra-me Pai desses terríveis e tentadores pecados capitais
ALBATROZ
sábado, 19 de dezembro de 2009
Sonho de jabuticabeira
Enxertada, esguia, esmerada, elegante jabuticabeira
Fico sôfrego em te ver perdendo essas folhas em vão
Quero vê-la dasabrochar com uma robusta madeira
Desgraçada ventania que traz o sopro da assolação
Jabuticabeira frondosa de triste e solitário passado
De nascimento extravagante, o enxerto foi inevitável
Fico deveras pasmado, alterado, irritado e irresignado
Oh, mundo injusto que lhe traz um sofrer dispensável
Sei que o teu grande sonho é subir a estreita serra
Teresópolis te aguarda oferecendo um solo magistral
Frutifica portentosa árvore! Teus frutos são dessa terra
Fria, imperial com o dedo divino apontando o destino final
Fico sôfrego em te ver perdendo essas folhas em vão
Quero vê-la dasabrochar com uma robusta madeira
Desgraçada ventania que traz o sopro da assolação
Jabuticabeira frondosa de triste e solitário passado
De nascimento extravagante, o enxerto foi inevitável
Fico deveras pasmado, alterado, irritado e irresignado
Oh, mundo injusto que lhe traz um sofrer dispensável
Sei que o teu grande sonho é subir a estreita serra
Teresópolis te aguarda oferecendo um solo magistral
Frutifica portentosa árvore! Teus frutos são dessa terra
Fria, imperial com o dedo divino apontando o destino final
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